Quarta-Feira, 10 de Janeiro de 2018, 18h:00

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Blairo nega, mas simpatia por candidatura de Mauro Mendes é notória

 

Blog do Mauro Cabeçalho

 

O PSDB não arreda o pé da candidatura ao Senado do deputado federal Nilson Leitão, mas pretende – garante o presidente da sigla, Paulo Borges – defender o projeto a reeleição do governador Pedro Taques. Os tucanos não tratam de alianças. Aliás, cuidam de protelar as discussões eleitorais.

 

 

Todos os cargos
O PSDB até sinaliza para os atuais aliados que pode compor nas eleições de outubro, mas anuncia candidaturas a Presidência, ao Governo e ao Senado. Isso explica, em parte, as articulações de partidos aliados em torno de projetos alternativos.

 

 

Preferência
Blairo Maggi – que acabou desautorizando o presidente estadual do PP, deputado federal Ezequiel Fonseca – negou já estar defendendo a candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Mauro Mendes ao Governo. Disse que só quer tratar de política depois de março. Mas a simpatia de Blairo pela candidatura de Mauro Mendes é notória.

 

 

Majoritária

Por falar em alianças, o PSD do vice-governador Carlos Fávaro, vem reiterando que não abre mão de participação numa chapa majoritária nas próximas eleições. A aspiração é legítima. O PSD tem a maior bancada na Assembleia (seis deputados), 200 vereadores, 25 prefeitos e 21 vice-prefeitos.

 

 

Pesadelo
O ano começou embaçado lá no Paiaguás, com o escalonamento – e consequente atraso – no pagamento do salário do funcionalismo, e a perspectiva nada positiva de manter repasses parciais do duodécimo dos poderes, além de atrasos no pagamento de fornecedores e prestadores de serviço. O cenário neste momento é ruim, tanto financeira como politicamente.

 

 

Sem crise
Pedro Taques tem conseguido manter sólido o apoio do Judiciário, do Legislativo e das instituições às quais tem obrigação legal de repassar integral e pontualmente os recursos constitucionais, à exceção da Defensoria Pública, que ingressou com uma ação contra o Governo no Supremo Tribunal Federal para receber a verba. Em que pese a chiadeira nos bastidores, não existe nenhuma crise institucional.

 

 

Mais arrocho
Tudo indica que o Governo vai manter os repasses constitucionais no ritmo atual. Isso significa que os poderes e instituições não poderão fazer investimentos e provavelmente terão até que ampliar cortes de custeio.

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