Domingo, 31 de Dezembro de 2017, 14h:00

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Oposição está “chocada” e “sonha” em abrir dissidência na base de Taques, diz Wilson Santos

Por: FELIPE LEONEL

O secretário de Cidades de Mato Grosso, deputado licenciado Wilson Santos (PSDB), acredita que se o governador Pedro Taques (PSDB) conseguir manter a unidade do grupo político, não terá “muitas dificuldades” para vencer a disputa eleitoral, na qual pleiteará a reeleição. Para Santos, a oposição está “chocada” e tenta rachar a base de Pedro Taques constantemente.

 

Alan Cosme/HiperNoticias

wilson santos

 

“Na minha opinião, as chances do Pedro são grandes. São muito grandes e se ele tiver adversário, os seus adversários estão dentro do nosso arco de alianças. Eu não vejo a oposição. Eu acho que a oposição está desbaratada, chocada com a gestão Silva Barbosa”, afirmou Santos, em entrevista à Rádio Capital FM, nesta sexta-feira (29).

 

Segundo o secretário, a oposição não conseguiu se reerguer após o governo comandado por Silval Barbosa, o qual patrocinou desvios do Erário superiores a R$ 1 bilhão. Ele ainda disse acreditar que o senador Wellington Fagundes (PR), virtual candidato da oposição, não vai concorrer ao governo.

 

“Não tem candidato, o próprio Carlos Bezerra não é candidato. Eu acho que o senador Wellington não é candidato coisa nenhuma. A oposição ainda está completamente perdida, não conseguiu se reorganizar e ela sonha em abrir uma dissidência no grupo do Pedro Taques”, completou Wilson Santos.

 

Atrito no ninho

 

Sobre os recentes atritos entre o governador Pedro Taques e o deputado federal Nilson Leitão, Wilson acredita que eles vão “fumar o charuto da paz” e o clima será pacificado. O desentendimento ocorreu devido a escolha do PSDB em aprovar o nome de Nilson Leitão para concorrer ao Senado.

 

"O Nilson Leitão e o Pedro Taques vão fumar o charuto da paz. Os governadores Geraldo Alckmin (SP) e Marconi Perillo (GO) estão nesse meio reaproximando os dois. Eu tenho certeza que os interesses de Mato Grosso vão falar mais altos", disse Wilson.

 

A articulação poderia prejudicar os planos de reeleição de Taques, pois são quatro vagas majoritárias, sendo a de governador, vice-governador e duas ao Senado. No grupo de Taques, existem seis nomes e dois terá de ficar de fora. O grupo estuda encomendar pesquisas de intenções de votos para decidir quem ficará de fora da disputa.

 

Os craques escalados no time da situação são: O governador Pedro Taques (PSDB); ministro Blairo Maggi (PP); vice-governador Carlos Fávaro (PSD). Além do deputado federal Nilson Leitão (PSDB); o ex-prefeito de Cuiabá Mauro Mendes (sem partido) e o secretário de Assuntos Estratégicos de Várzea Grande, Jayme Campos (DEM). 

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1 Comentários

Carlos Nunes - 01/01/2018

Traduzindo tudo isso em miúdos pra gente entender, senão a gente não entende bulhufas. O Governador pode ser reeleito porque não tem nenhuma nova liderança pra competir. MT é pobre de novas lideranças...não tem. Citem uma? Mas, pro bem do Brasil e de MT, é bom em 2018 a gente eleger novos presidente da república e governador, assim como renovar o Congresso Nacional e a Assembleia Legislativa. Essa turma atual já deu o que tinha que dar, disso não sai mais nada. Até o nosso representante oficial, o Tiririca, já reconheceu isso e desistiu de ser candidato. Ele representava todos nós, porque todos os dias nos fazem de palhaços. Tomara que em 2018 uma nova safra de pessoas sejam eleitas, e comecem a escrever uma nova página na história política do Brasil e de Mato Grosso.

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