Terça-Feira, 08 de Outubro de 2019, 17h:07

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Ex-PM foge da prisão 10 dias antes de julgamento por homicídio

Por: DA REDAÇÃO

O ex-policial militar Helbert de França Silva, fugiu do Batalhão de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), será julgado no próximo dia 17 de outubro pelo assassinato de Eduardo Rodrigo Beckert. A informação foi confirmada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), na tarde desta terça-feira (8). 

Alan Cosme/HiperNoticias

forum de cuiabá

 Os julgamentos serão realizados no Fórum de Cuiabá

Helbert é acusado de participar de grupo de extermínio formado por policiais militares e civis que matavam sob encomenda. Também será julgado pela morte de Beckert, o agente prisional Edervaldo Freire. O julgamento será realizado às 9h, mesmo sem a presença do acusado.

Além deste, o Fórum de Cuiabá realizará outros 10 julgamentos no mês de outubro. As sessões do Tribunal do Júri terão início a partir do dia 14 (segunda-feira), onde serão julgados os acusados da prática de crimes dolosos contra a vida como homicídios consumados e tentados. As sessões serão presididas pela juíza Mônica Catarina Perri Siqueira, da Primeira Vara Criminal de Cuiabá

Entres os que sentarão no banco dos réus está Jonas Souza da Cruz, 42 anos, acusado de matar Cornélio Maciel Ferreira, vulgo Coroinha, suspeito de furtar objetos do salão de cabeleireiro do pai do réu, mediante golpes desferidos com telhas e com um capacete. O homicídio ocorreu na madrugada de 07 de setembro de 2009 e o Júri será no dia 15 (terça-feira), a partir de 13h30.
 
Já no dia 23 de outubro, às 13h30, Denivaldo Albino da Silva, também conhecido como ‘Barba’ ou ‘Bob’, vai ser julgado pelo homicídio de uma mulher, no Centro de Cuiabá, que ocorreu no dia 27 de novembro de 2018. Ele foi preso em flagrante e em audiência de custódia teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.
 
De acordo com a acusação, o réu e a vítima eram moradores de rua e usuários de drogas. No dia do homicídio desentendimento entre ambos levou Denivaldo a desferir golpe de tesoura contra a mulher. Após a vítima cair no chão o acusado provocou asfixia, consumando o homicídio. O caso teve repercussão, já que o corpo da vítima foi encontrado na calçada próximo à Escola Liceu Cuiabano.
 
Nilton Cesar da Silva, Wagner Rogério Neves de Souza e Luis Carlos Chagas Rodrigues vão ser julgados no dia 30 de outubro, às 9h pelo assassinato de Douglas Wilson Ramos, em 2015. Nilton, que era ex-sócio e concunhado de Douglas, teria mandado matá-lo por vingança. Ele foi morto a tiros após ser sequestrado dentro de sua empresa, na Avenida Arquimedes Pereira Lima.
 
O Ministério Público ofereceu denúncia aos três réus por homicídio qualificado, roubo majorado, associação criminosa e ocultação de cadáver. A vítima ficou desaparecida por 13 dias (de 25 de setembro a 5 de outubro de 2015), quando o corpo foi localizado na região do Distrito de Nossa Senhora da Guia, em estado avançado de decomposição.
 
Em 1º de agosto de 2018 o ministro Jorge Mussi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou pedido de liberdade a Wagner Rogério Neves de Souza.
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