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Esportes Sexta-feira, 04 de Abril de 2025, 14:00 - A | A

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Sexta-feira, 04 de Abril de 2025, 14h:00 - A | A

Mariza não esconde ansiedade por estreia na seleção de futebol: 'Realização de um sonho'

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O técnico Arthur Elias faz uma reformulação no elenco da seleção feminina de futebol e Mariza, com quem trabalhou no Corinthians, é uma das novidades. Em sua terceira convocação, mas a primeira com oportunidade de jogar, a defensora de 23 anos não esconde a ansiedade por estar em campo nos amistosos com os Estados Unidos, neste sábado e na terça-feira.

"Estou muito feliz, é a realização de um sonho, já vim para outras convocações, mas ainda não tive a oportunidade de entrar em campo. Só fui para treinos e agora tenho a oportunidade de jogar e vestir a camisa da seleção pela primeira vez. Estou muito ansiosa, não nego, mas também muito empolgada", comemorou Mariza.

O primeiro confronto ocorre no SoFi Stadium, em Los Angeles. Já o segundo está agendado para terça-feira, no PayPal Park, em San José. Como Arthur Elias já adiantou que vai rodar todo o elenco, Mariza, enfim, poderá fazer sua estreia. E logo contra uma potência do futebol feminino, o que aumenta a responsabilidade.

"Os Estados Unidos são a equipe a ser batida. Infelizmente, a gente perdeu para elas na final das Olimpíadas e acho que ficou um pouquinho engasgado. Acho que dava (para vencer) e ficou a sensação da água escorrendo pela mão. Agora a gente tem a oportunidade de, na casa delas, fazer bons jogos, mostrar a força do nosso futebol e o trabalho que vem sendo feito nos últimos anos no Brasil e, se Deus quiser, sair com a vitória", frisou a zagueira, que começou a carreira no meio-campo.

"É um pouco engraçado parar para pensar. Aconteceu no início de 2023, no Corinthians. As zagueiras do clube na época eram bem altas e a gente brincou um pouco na questão da altura. Mas isso não foi uma coisa que me desanimou. Recebi uma oportunidade de jogar em outra posição em que ganharia minutos. Eu queria muito estar em campo, dei meu melhor no dia a dia, ouvi bastante as meninas e o pessoal da comissão, que sempre estava tentando me ajudar, e abracei a ideia", revelou.

"No final acho que deu um pouco certo, mas tive que trabalhar outras coisas. Trabalhei muito tempo de bola, claro, leitura de jogo, conseguir ler bem os espaços e fazer bem as coberturas. Treinei também bastante a minha saída de jogo e consegui compensar essa falta de altura com a minha leitura nos outros sentidos", listou.

(Com Agência Estado)

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