"Precisamos mudar o jeito que o comércio é feito. A Europa, por exemplo, não trata nossos produtos e empresas de maneira justa", disse Lutnick, ao mencionar que países não querem determinados produtos norte-americanos, como o milho e a carne bovina. "Precisamos de comércio justo no geral, não apenas produto por produto", acrescentou.
De acordo com Lutnick, a tarifa básica de 10% anunciada para todos os países, que passará a valer a partir de sábado, dia 5 de abril, é para que as nações entendam que precisam dos EUA.
A Rússia não foi mencionada na lista de tarifas porque, segundo o representante, os norte-americanos já possuem sanções contra os russos.
O secretário defendeu a tarifa de 20% contra a China pode cair, caso o presidente chinês, Xi Jinping, ofereça cortes no fentanil.
Ele ainda defendeu que não há motivos para os países retaliarem as tarifas americanas, já que os Estados Unidos são "o maior parceiro comercial" e projetou um grande crescimento doméstico, além de mais empresas no país. "Conversaremos com parceiros comerciais hoje", disse.
Casa Branca diz que próxima meta é corte de impostos
Também nesta quinta-feira, em entrevista para a CNN, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que Donald Trump cumpriu a promessa de impor tarifas recíprocas e que a próxima meta do governo é cortar os impostos.
A representante norte-americana justificou a prioridade dizendo que a administração trumpista busca "menos inflação e mais dinheiro no bolso dos trabalhadores dos EUA".
Na ocasião, Leavitt defendeu que as tarifas funcionaram no primeiro mandato de Trump e, por isso, foram aplicadas novamente neste segundo mandato.
(Com Agência Estado)
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