Quinta-feira, 03 de Abril de 2025
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,70
euro R$ 6,19
libra R$ 6,19

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,70
euro R$ 6,19
libra R$ 6,19

Justiça Terça-feira, 01 de Abril de 2025, 17:30 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Terça-feira, 01 de Abril de 2025, 17h:30 - A | A

SETE DIAS A MAIS NA CADEIA

Homem é solto após ser mantido preso ilegalmente em Várzea Grande

Diretor do presídio se recusou a liberar o detento devido a outra condenação que permitia que ele recorresse em liberdade

DA REDAÇÃO

E.L.M., de 39 anos, conquistou sua liberdade após passar seis dias preso ilegalmente no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, em Várzea Grande. A soltura foi determinada pelo juiz da 2ª Vara Criminal de Cuiabá, Geraldo Fernandes Fidelis Neto, após reconhecer os argumentos da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPE-MT).

A petição, assinada pelo defensor público André Rossignolo, apontou que, em 12 de março, a Primeira Vara de Execução Penal de Goiânia (GO) expediu um alvará de soltura para E.L.M. O documento foi enviado ao diretor do complexo penitenciário em 21 de março, mas, três dias depois, ele se recusou a cumprir a ordem, alegando que o reeducando possuía outra condenação.

No entanto, essa segunda condenação permitia que ele recorresse em liberdade, o que tornava sua prisão indevida. Diante disso, a família procurou a Defensoria Pública, que impetrou um habeas corpus demonstrando a ilegalidade da detenção. O juiz acatou o pedido e ordenou a soltura imediata.

“No presente caso, verifica-se que o paciente está sofrendo coação ilegal, uma vez que há um alvará de soltura expedido em seu favor, cuja ordem não foi cumprida pela autoridade coatora [diretor do Ahmenon]”, diz trecho da decisão publicada em 28 de março, data em que E.L.M. foi libertado.

O defensor público André Rossignolo destacou que erros no cumprimento de alvarás de soltura, apesar de não serem frequentes, ainda ocorrem. “Isso é um erro que não é comum, mas tem acontecido de tempos em tempos. Ano passado tivemos um assistido que ficou mais de um ano preso, mas a família entrou em contato com a Defensoria e conseguimos a liberdade dessa pessoa”, afirmou.

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM  e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

(65) 99318-9565

pautas@hipernoticias.com.br